Com apenas quatro anos de idade, o Henrique foi a primeira pessoa em Portugal a receber uma infusão das suas próprias células estaminais do cordão umbilical, um processo conhecido como transplante autólogo do sangue do cordão umbilical. As células estaminais foram usadas com sucesso para colocar em remissão a anemia aplástica do Henrique.
Um estudo recentemente publicado na revista científica Stem Cell Research & Therapy mostra que o tecido do cordão umbilical consegue fornecer grandes quantidades de células estaminais durante um período de tempo prolongado. Em teoria, isto significa que as pessoas que armazenaram o tecido do cordão umbilical têm à sua disposição mais células estaminais para diferentes tratamentos.
Sofía, una niña de 13 años de la provincia ucraniana de Khmelnytskyi, se ahogó en un lago helado y quedó paralizada trágicamente a la izquierda después de sufrir una lesión hipóxico-isquémica del SNC. Milagrosamente, la familia había almacenado las células madre del cordón umbilical de su hermana menor, y se utilizaron para tratar la lesión cerebral de Sofía y permitirle recuperarse.
Uma menina com três anos de idade recebeu um tratamento para a paralisia cerebral (PC) recorrendo às células estaminais do sangue do cordão umbilical do seu irmão. A amostra foi recolhida do cordão umbilical da mãe à nascença e preservada nas instalações da Future Health Biobank na Suíça.
Um menino de quatro anos com anemia aplástica grave foi submetido a um transplante com células estaminais de sangue do próprio cordão umbilical, um tratamento inédito em Portugal.